Uma produção

Lelo, o primeiro pirata do Cerrado

Trailer da série · Bruce Spike: A Missão Contra o Medo

Sinopse

Quando a nascente da vila seca e a mata começa a sumir, Lelo descobre a causa: a Senhora das Nascentes, guardiã das águas, despertou assustada e recolhe para a terra tudo o que ama.

Com Yumi, Geleia e Amora, ele cruza o portal do Mar-Verde em busca dos três fragmentos de um tambor sagrado, protegidos por guardiões do Cerrado, do Pantanal e da Amazônia.

Para salvar sua casa, o pequeno capitão terá de aprender que coragem não é agir sozinho, mas escutar, confiar e dividir o cuidado com o mundo.

Em desenvolvimento Longa-metragem Animação · Aventura Livre Cuiabá · Mato Grosso

Universo

Lelo vive entre a Vila Mato Dentro e uma floresta encantada onde o Cerrado, o Pantanal e a Amazônia se conectam por um imenso mar-verde.

O mundo real

A Vila Mato Dentro é um condomínio localizado em Mato Grosso, em meio ao Cerrado.

É onde Lelo vive com sua mãe e Geleia, seu porquinho-da-índia. Na casa ao lado mora Yumi, sua melhor amiga e companheira de aventuras.

Próximo à vila existe uma reserva florestal cuidada por Quincas, o morador mais antigo do lugar. É em sua antiga cabana que Lelo descobre uma passagem escondida para outro mundo.

A floresta encantada

Do outro lado do portal existe o mar-verde: um oceano formado por folhas, água, lama, vento e memória.

Esse mundo conecta o Cerrado, o Pantanal e a Amazônia. Nele, os animais falam, os caminhos mudam e o tempo corre de forma diferente.

A floresta não é apenas um cenário. Ela observa, responde e se transforma de acordo com as atitudes daqueles que a atravessam.

Três territórios, três lógicas, três fragmentos.

Para restaurar o tambor e despertar novamente o caminho das águas, Lelo e sua tripulação atravessam três territórios do mar-verde. Cada bioma possui uma paisagem, um guardião e uma forma diferente de mostrar que a natureza não pode ser controlada.

Clique em um território

O território

A reserva vista de dentro: um horizonte impossível, copas ondulando como marés, raízes formando correntes. É onde nascem as águas, e é o chão que Lelo achava sem graça.

Lugares principais

  • Mar-verde
  • Corredor de capim
  • Clareira da Nascente Oculta

O guardião

Lobo-guará

Todo mundo diz isso antes de arrancar alguma coisa.

Cena 19, quando Lelo diz que está tentando salvar o Cerrado

O desafio da tripulação

A nascente se esconde. Lelo aciona a garra da cadeira para arrancar a pedra e o lobo-guará se põe na frente. O grupo só encontra a água quando desliga a cadeira e encosta o ouvido no chão: ela corre por baixo de uma raiz. Eles reconstroem o caminho com pedra e barro, e a nascente volta sozinha.

Você parou de procurar o que era grande. Foi assim que encontrou o que importava.

Quincas · "Precisamos de uma tripulação."

Personagens

Lelo em sua cadeira adaptada, com chapéu de pirata e luneta

Lelo

11 anos · Capitão

Impulsivo e tagarela. Corajoso, e morre de medo do escuro. A cadeira dele é adaptada com bolsos, alavancas, uma pequena luneta e acessórios improvisados, e no painel vai preso o boneco de Bruce Spike, pirata musculoso de tapa-olho e espada dourada. Lelo acredita que herói age sozinho. É essa crença, e não a cadeira, que o filme vai desmontar.

Yumi, de camiseta roxa, com um baralho de cartas na mão

Yumi

11 anos · Melhor amiga

Anda com um baralho gasto no bolso do colete e uma mochila cheia de coisa que ainda não serviu. É ela quem chama o mundo pelo nome certo antes de todo mundo: quando o vento corre pelo capim e as copas ondulam em sequência, é a Yumi que diz que aquilo parece um mar verde. Lelo ri dela. Também é ela quem pergunta se o Capitão Bruce Spike não tinha um oceano de verdade, e quem diz "eu empurro" quando a roda gira no mesmo lugar. Não é a assistente do capitão: é quem já enxergava o que ele vai levar o filme inteiro para aprender a ver.

Geleia, um porquinho-da-índia de óculos de proteção na testa, de pé

Geleia

Porquinho-da-índia · Engenheiro

Trabalha dentro de uma caixa de ferramentas aberta e mede a vazão da nascente com um medidor improvisado. Fala em graus, não em adjetivos: avisa que a roda traseira está desalinhada em três graus, ouve de Lelo que três graus não afundam um capitão, e devolve que três graus jogam o capitão no cupinzeiro. Foi ele quem construiu a jangada, "sob supervisão ansiosa". Não acredita na lenda uma vírgula, e diante da nascente sendo sugada para dentro da terra constata que tecnicamente nenhuma das hipóteses explica o rosto gigante de vapor. Mas aceita trabalhar com a que sobrou. É o cético da tripulação, e é essa a função: alguém precisa medir o impossível para ele virar problema com solução.

Amora, uma gata preta de coleira com guizo, de corpo inteiro

Amora

A gata de Yumi · Não fala dentro da floresta

Observa tudo de cima de uma pedra e segue alguns passos atrás. É a primeira a saber: encara a nascente e arrepia o pelo antes de qualquer medidor acusar coisa nenhuma. Quincas não olha para o chão para entender o território; olha para ela. E quando Lelo perde o controle e o fogo começa, não é o capitão nem o engenheiro que resolvem: é a gata, que derruba um reservatório de lama sobre as chamas. Ela é a prova viva da tese do filme: quem escuta chega antes de quem grita.

Quincas, de chapéu, camisa vermelha e bengala, de corpo inteiro

Quincas

Mais de 70 anos · Mentor

Magro e queimado de sol, uma chave velha no pescoço e uma cabana cheia de sementes, mapas e instrumentos antigos. Fala por sentença curta: "ladeira não pergunta quem é capitão". Quando Lelo cai num buraco e culpa uma falha da máquina, ele responde que a terra avisou duas vezes. E quando o menino manda ele resolver sozinho, aparece a ferida: o portal não o aceita mais, porque na chance dele confundiu guardar com possuir. Ficou depois da hora. Não é o sábio que sabe tudo: é o que já cometeu o erro que Lelo está prestes a cometer.

A Senhora das Nascentes: rosto ancião feito de água, cabelos que se estendem como rios, corpo líquido com memórias projetadas na superfície

Senhora das Nascentes

Guardiã das águas · Antagonista

Guardiã ancestral das águas do Cerrado e do Pantanal. Ela existe antes da forma: é memória, é fluxo, é vida. Não tem folha de expressões como os outros: tem escala e estado da água. O rosto ocupa a lagoa inteira, os cabelos se estendem como rios, e a superfície líquida do corpo projeta as memórias de quem está diante dela. Ela não briga: argumenta. Mostra a Lelo as imagens dele mesmo comandando o navio e arrancando a pedra da nascente, e oferece a ele o poder que ela própria sofreu: "Bata. Ordene que eu durma." Quando ele recusa, a rubrica entrega ela antes da fala. A boca ainda diz que não confia nos humanos. O cabelo já entregou que confia.

Estudo de expressões · a tripulação inteira, design fechado

Cinco expressões de Lelo: pensativo, rindo, gargalhando, assustado e de língua de fora
Lelo
Cinco expressões de Geleia: aprovando, bebendo, de língua de fora, com lupa e emburrado
Geleia
Cinco expressões de Yumi: rindo, contrariada, gritando, escondida atrás de uma carta e desconfiada
Yumi
Cinco expressões de Amora: assustada, de perfil rosnando, saciada lambendo a pata, chorando e dormindo
Amora
Cinco expressões de Quincas: surpreso de língua de fora, desconfiado, rindo, cabisbaixo e de olhar duro
Quincas
Seis estados da água da Senhora das Nascentes: escura, revolta, agitada, furiosa, parada e serena
Senhora das Nascentes

Do outro lado do portal

Itens mágicos

Três objetos carregam as regras do mundo. Um pertence a Lelo e muda de função ao atravessar. O outro pertence a Quincas e decide sozinho o que mostrar. O terceiro é o motivo da travessia inteira.

A cadeira de rodas adaptada de Lelo, com bandeira de pirata e bolsos
Estudos da cadeira ganhando pernas mecânicas e escalando uma encosta
Estudos de transformação · prancha de Quincas

16. EXT. MAR-VERDE · DIA

A cadeira não é o obstáculo. É o leme.

"Lelo segura o leme. Sua cadeira está acoplada a um trilho no convés. Pequenas velas se abrem nas laterais das rodas."

A frase acima é do roteiro, não do nosso material de venda. No mar-verde a cadeira ganha função de embarcação, e Geleia não para de mexer nela.

Vale dizer com todas as letras, porque é fácil ler ao contrário: o arco de Lelo é sobre um menino convencido de que herói não pede ajuda. A falha é a crença, não o corpo. O que ele aprende não é a aceitar limitação, é que travessia é coisa de tripulação.

9. INT. CABANA DE QUINCAS · NOITE

O mapa muda. A floresta escolhe.

Quincas abre o mapa e as linhas brilham. Ele não aponta o caminho: mostra o que a floresta decidiu mostrar hoje.

A legenda dele é o próprio sistema do filme: árvores ancestrais, rios vivos, caminhos mutantes, criaturas guardiãs, lugares escondidos, perigo à noite, e um símbolo que só o coração revela. No rodapé, o aviso que rege a travessia inteira: o tempo guia.

À noite os caminhos se perdem e se refazem, e é por isso que a regra do Quincas é uma só: voltem antes do anoitecer. Quanto mais a Senhora recolhe, mais depressa a noite chega, e mais o mapa deixa de servir.

O mapa da Floresta Encantada aberto: legenda com árvores ancestrais, rios vivos, caminhos mutantes, criaturas guardiãs, lugares escondidos e perigo à noite
O mapa com a floresta iluminada: os caminhos aparecem inteiros, do rio à árvore ancestral
Dia
O mesmo mapa com a noite tomando mais da metade: caminhos desfeitos e pontos de interrogação no lugar deles
Noite

O mesmo território, duas horas do dia. Os caminhos não estão no mesmo lugar.

O tambor inteiro: no couro, um sol de raios com uma espiral no centro; no corpo de madeira, cordas trançadas em zigue-zague, triangulos e penas
Inteiro
O tambor partido em três: duas metades do couro com o sol e a espiral, e o corpo de madeira vazio embaixo
Partido em três

4. INT. CABANA DE QUINCAS · DIA

O tambor. E o que ele
faz com quem o toca.

É o objeto que o filme inteiro persegue. Ele se parte, e os três fragmentos vão parar em três territórios: um no Cerrado, um no Pantanal, um na Amazônia. Sem eles, a Senhora das Nascentes não volta a dormir.

No couro estão os mesmos símbolos da legenda do mapa: a árvore ancestral, a espiral dos lugares escondidos, a pata das criaturas guardiãs. Na madeira, a capivara e o tuiuiú. Os dois objetos falam a mesma língua, porque foram feitos pela mesma floresta.

E há uma marca escondida no couro. Quando Lelo a encontra, ela projeta Quincas jovem tocando a batida de comando: a floresta se curva, a água para, a Senhora adormece à força. Foi assim que tudo começou. É por isso que ela oferece o tambor a Lelo: "Bata. Ordene que eu durma. Salve sua vila."

Ele não bate. E no fim, o tambor não vai para um pedestal: fica no chão da praça, cercado de crianças e adultos, onde qualquer um alcança.

Sistema do mundo · tudo abaixo é fala do roteiro

Todo território
encantado tem regra.

O mar-verde não é cenário mágico onde tudo pode. Ele funciona por leis, e as leis são ditas em cena, pelo mentor e pelos guardiões. É por isso que perder o caminho custa caro.

  • 01

    O tempo corre com a água.

    Do outro lado, o tempo corre junto com a água. Quanto mais a Senhora recolhe, mais depressa a noite chega.

    Quincas

  • 02

    Voltem antes do anoitecer.

    Eu fiquei depois da hora.

    Quincas, sobre por que o portal não o aceita mais

  • 03

    O colapso tem ordem.

    Primeiro a água. Depois as plantas. Depois a camada encantada que liga este território aos outros.

    Quincas

  • 04

    Três fragmentos, três territórios.

    Os três fragmentos do tambor foram levados para esses territórios. Sem eles, a Senhora não volta a dormir.

    Quincas

  • 05

    Os guardiões são animais.

    Vocês fizeram bastante barulho para quem procura água.

    Lobo-guará, na vereda seca

  • 06

    A Senhora não dá. Troca.

    Duas batidas. Duas gotas devolvidas.

    Senhora das Nascentes

9. INT. CABANA DE QUINCAS · NOITE

GELEIA

"Camada encantada" é um termo científico?

QUINCAS

É o termo que a ciência ainda não encontrou.

Estrutura · Roteiro de Caru Roelis · 1ª versão, julho de 2026

Estrutura da jornada de Lelo

A primeira versão do roteiro está fechada. Um resumo da estrutura da história baseada na jornada do herói.

Ato I · Cenas 1 a 15 · Do mundo comum ao primeiro limiar

  • 01
    Mundo comumConsciência limitada de um problema

    Estabelece a falsa crença de Lelo: um herói age sozinho, controla a situação e não pede ajuda. Também apresenta seu desprezo pelo Cerrado e sua idealização de Bruce Spike.

  • 02
    Chamado à aventuraO problema rompe o mundo comum

    A nascente seca diante das crianças. A ameaça deixa de ser abstrata e atinge o espaço emocional da tripulação.

  • 03
    Recusa do chamadoRelutância diante da mudança

    Lelo tenta resolver o problema com força e tecnologia, quase provoca um incêndio e rejeita Quincas, porque aceitar o chamado exigiria reconhecer seus limites.

  • 04
    Encontro com o mentorSuperação da relutância

    Quincas explica o desequilíbrio e apresenta o tambor, a Senhora das Nascentes, o mar-verde, os fragmentos e a regra do anoitecer. Mais importante: identifica a falha interna de Lelo.

  • 05
    Cruzamento do primeiro limiarComprometimento com a mudança

    Lelo aceita ajuda para atravessar o portal, entra no mar-verde e perde a rota de retorno. A aventura imaginária vira risco concreto, e a pergunta dramática entra em movimento.

Ato II · Cenas 16 a 64 · Do limiar à provação na árvore-mãe

  • 06
    Testes, aliados e inimigosO mar-verde

    A cabana vira navio. A cadeira de Lelo acopla ao trilho do convés e as rodas abrem velas. O primeiro fragmento está no Cerrado.

  • 07
    Testes, aliados e inimigosA passagem para o Pantanal

    O território muda de lógica. Onde o Cerrado é horizonte, o Pantanal é calendário: seis meses chão, seis meses mar.

  • 08
    Aprendendo a primeira mudança

    Lelo começa a ceder. A tripulação deixa de ser plateia da aventura dele e vira condição para atravessar.

  • 09
    A grande prova do Pantanal

    A lagoa do céu submerso, o redemoinho e a ilha do jacaré cobram do grupo o que Lelo ainda não sabe dar.

  • 10
    Falsa vitória

    Parece resolvido. Não está. O preço do jeito antigo de Lelo aparece depois do ganho.

  • 11
    Aproximação da caverna profundaA floresta começa a rejeitar Lelo

    A Amazônia fecha. Não se navega olhando longe, se navega escutando. Diante da árvore, pela primeira vez, Lelo não pergunta o que Bruce faria.

  • 12
    A caverna profunda é uma árvoreCenas 45 a 52

    O vale, o tronco, a copa. A tripulação sobe, e é lá em cima que a Senhora das Nascentes desce como uma tempestade silenciosa e fecha a mão sobre o terceiro fragmento: "Era isso que queria desde o começo." Lelo chega ao topo e perde.

  • 13
    A provação é uma discussãoCenas 53 a 64

    Onze cenas dentro do coração da árvore-mãe. A Senhora não luta: argumenta, e a superfície líquida do corpo dela projeta as memórias do próprio Lelo comandando o navio e arrancando a pedra da nascente. Ele responde, ela vacila ("e se não vierem?"), e a rubrica entrega a virada antes da fala: a água revolta em seus cabelos fica serena. O ato fecha na copa, ao amanhecer.

Ato III · Cenas 65 a 92 · Da recusa ao retorno

  • 14
    O tempo de uma respiraçãoCena 65

    O tambor está restaurado e a água voltou a correr. Mas a Senhora avisa que o caminho entre os mundos ainda está aberto por uma última respiração. Lelo pergunta quanto tempo é uma respiração.

  • 15
    A batida de comandoCena 74

    Uma marca escondida no couro do tambor projeta Quincas jovem tocando: a floresta se curva, a água para, a Senhora adormece à força. Foi assim que tudo começou. A Senhora oferece o mesmo a Lelo: "Bata. Foi para isso que o restaurou. Ordene que eu durma. Salve sua vila."

  • 16
    A recusaCena 78

    Lelo não promete o impossível. "Os humanos esquecerão." "Alguns vão." "Queimarão." "Alguns vão tentar." Ele diz que não pode garantir que todo mundo vai mudar, e a Senhora responde que então ele não oferece nada. A resposta dele é a virada do filme: "Ofereço não esconder mais."

  • 17
    Solta o tamborCena 85

    A ponte se desfaz, o portal encolhe e uma raiz trava a roda da cadeira. Lelo manda Yumi soltar o tambor e levar. O capitão que agia sozinho abre mão do troféu para a tripulação atravessar.

  • 18
    A praçaCena 88

    Quincas confessa diante da vila inteira: "Guardei estas histórias por muito tempo. Achei que proteger era esconder. Estava errado." O tambor fica no chão da praça, cercado por crianças e adultos, e não sobre um pedestal. Geleia apresenta sensores; Yumi abre o mapa e divide os grupos de cuidado.

  • 19
    A trilha acessívelCenas 89 a 92

    Uma menina em cadeira de rodas avisa que a rampa está inclinada. A rubrica fecha o arco: no passado, ele teria dito para ela acelerar; agora chama Geleia. "Dois graus acima do seguro." "Conserta?" "Com ajuda." "Todo mundo junto." Na nascente restaurada, o boneco de Bruce Spike volta para a proa da jangada nova, sem um braço, ao lado dos outros quatro.

Clique aqui e baixe a V1 do roteiro

Realização · Cuiabá, Mato Grosso

O primeiro longa de animação
feito em Mato Grosso.

Não existe, até hoje, um longa-metragem de animação produzido em Mato Grosso. Lelo nasce para ser o primeiro, com equipe formada no estado e o Centro-Oeste no centro do quadro, não no fundo. É coerente com o próprio enredo: um menino que precisa parar de achar que o herói é sempre o de fora.

  • Roteiro e codireçãoCaru Roelis
  • DireçãoPriscilla Kellen
  • Consultoria de roteiroPatrícia Oriolo
  • ProduçãoBárbara Varela
  • ProdutoraParalelo 15 Filmes

A produtora · Paralelo 15 Filmes

Uma casa no paralelo 15.

A Paralelo 15 Filmes é uma produtora audiovisual sediada em Mato Grosso, dedicada à criação, produção, formação, distribuição e difusão de obras brasileiras. A empresa atua em diferentes etapas da cadeia audiovisual, da concepção de projetos à exibição final, conectando cinema, formação de novos talentos, circulação nacional e acesso público à produção do Centro-Oeste.

Seu histórico reúne a realização e participação em dezenas de filmes e curtas-metragens, projetos de formação como o Box de Curtas, iniciativas de difusão como a Paralelo 15 Play e, agora, estratégias nacionais de comercialização e distribuição, com projetos selecionados pelo Ministério da Cultura para a circulação cinematográfica.

  • Produção
  • Box de Curtas
  • Formação e Lab
  • Paralelo 15 Play
  • E agora · Distribuição nacional

A produtora em números

  • 20+filmes realizados e em coprodução
  • 30+curtas-metragens produzidos
  • 80+premiações em festivais nacionais e internacionais
  • edição do Box de Curtas, com 8 curtas inéditos exibidos em 2026
  • 900+profissionais formados nos sets e no Box de Cursos
  • 25filmes de Mato Grosso gratuitos na Paralelo 15 Play
  • 600festivais globais alcançados pela distribuidora
  • R$ 1 mipara levar 4 longas às salas de todo o país em 2026, em iniciativa do Ministério da Cultura

Público e circuito

Feito para chegar.

Faixa principal

6 a 9 anos

Em fase de ampliação do raciocínio lógico, resolução de problemas e fortalecimento da autoimagem.

Faixa secundária

4 a 6 anos

Já se conectam ao tom lúdico e aventuresco, e acompanham a narrativa com apoio dos familiares.

E também

Famílias e educadores

Em busca de conteúdo seguro e divertido, com mensagens positivas sobre diversidade, cidadania e cooperação.

A pergunta que todo projeto de animação trava é "como isso chega em alguém". A Paralelo 15 já tem a resposta montada.

A produtora é também distribuidora nacional e opera plataforma própria de streaming. Foi a única selecionada com quatro obras no Edital Nacional do MinC nº 6/2025, de Comercialização em Cinema. Produz, distribui e exibe: o circuito fecha dentro de casa.

  • Produção
  • Distribuição nacional
  • Paralelo 15 Play
  • Salas de cinema
  • Festivais
  • Escolas

Orçamento executivo

O que custa.
E o que já entrou.

Valor total do projeto

R$3.000.000,00

Valor já captado

R$500.000,00

O valor já captado advém do plano de negócios do projeto, aprovado em análise de crédito e contratado junto ao BRDE/FSA, na Linha de Crédito para Conteúdo e Comercialização, para a fase de desenvolvimento, prova de conceito e criação de demo jogável.

Porto de partida

Quer embarcar?

atendimento@paralelo15filmes.com.br